Após decisão favorável de Juiz, vereador de Madre de Deus chora em áudio vazado na web

Na mensagem divulgada em um aplicativo de celular, muito emocionado, o político tenta segurar as lagrimas.

Câmara Municipal de Madre de Deus (Foto:Reprodução)

O áudio acima que circula na web,  no qual o vereador de Madre de Deus, Anselmo Duarte (DEM), com voz embargada, a partir de 38 segundos, vem gerando comentários pouco amistosos nos bastidores do poder.  Em alguns casos, arrancando risos nos internautas do município. No áudio, o parlamentar de 8 mandatos, informou em seu grupo de liderança política, que iria permanecer no cargo. Após o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio, da 7ª Vara da Fazenda Pública indeferir a liminar do MP-BA no dia 30 de junho, que pedia o afastamento do prefeito de Madre de Deus, Jeferson Andrade (DEM), vereador Anselmo, e outros três agentes políticos. Na mensagem divulgada em um aplicativo de celular, muito emocionado, o político tenta segurar as lagrimas. Ele chegou a chorar em um momento da curta gravação, que teve diversas pausas.

“Boa noite meus amigos, guerreiros do ação decidida! Aqui  mais uma vez, é seu líder. Que se reporta em dizer o seguinte: Mais um vez … Foi feito justiça… o juiz indeferiu o pedido de afastamento”, após uma longa pausa, o edil volta pedindo desculpas, justificando que está “um pouco emocionado”. Tentando segurar o choro, o vereador conclui  a mensagem com  voz tremula.

” Podem comemorar vocês ai…É um momento muito importante pra mim. Fica com Deus”, finaliza Anselmo.

Apesar do momento de alegria e confraternização, o processo envolvendo os então vereadores e atual  prefeito de Madre de Deus, Jeferson Andrade Batista; vereador Anselmo Duarte Ambrozi da Silva; secretário municipal de esporte, Jibson Coutinho de Jesus; chefe de Gabinete da Câmara, Adailton Cosme dos Santos e a assessora municipal Tânia Mara Pitangueira de Jesus segue em andamento, após o Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurar um inquérito civil público para investigar um suposto esquema de “enriquecimento ilícito” praticado na Câmara de Vereadores de Madre de Deus, durante os anos de 2010 e 2012.