
Oito anos depois da morte de uma mulher e das duas filhas dela em Maragogipe, no Recôncavo Baiano, o processo ainda não teve uma sentença definitiva.
Adriane Ribeiro Santos, de 23 anos, e as filhas Greisse Santos da Conceição, de 5, e Rute Santos da Conceição, de 2 anos, morreram em um intervalo de 15 dias, entre julho e agosto de 2018.
Segundo a investigação, as três foram envenenadas com um inseticida de uso agrícola.
A Polícia Civil apontou Elisângela Almeida Oliveira, que frequentava a residência das vítimas, como responsável pelos crimes.
De acordo com o inquérito, a acusada teria colocado o veneno em alimentos consumidos pela família.
A motivação apresentada pela polícia está relacionada a um suposto interesse da investigada pelo marido de Adriane e pai das crianças.
Essa versão faz parte da acusação e ainda depende de julgamento definitivo.
Desde as mortes, familiares aguardam o desfecho do processo. O caso ganhou repercussão estadual pela forma como os crimes ocorreram e pelo fato de três pessoas da mesma família terem morrido em poucos dias.

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