Força Nacional será enviada a Belém em março, diz diretor

Segundo coronel Antônio de Oliveira, diretor da Força Nacional, contingente inicial será de duzentos homens.

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A Força Nacional será enviada para Belém (PA) na primeira quinzena de março, afirmou nesta terça-feira (5) o diretor da entidade, coronel Antônio Aginaldo de Oliveira.

Ele afirmou ainda que o contingente será de duzentos homens no início, mas pode chegar a quinhentos.

Em janeiro deste ano, um dia após tomar posse, o governador do Pará, Hélder Barbalho, solicitou apoio de 500 agentes da Força Nacional. Ele apresentou índices de criminalidade no estado para justificar o pedido.

De acordo com o diretor, a atuação da Força ocorrerá exclusivamente em Belém. As tropas vão ser direcionadas para seis regiões da capital que concentram os maiores índices de violência.

“Foram pontuados seis locais, vamos atuar especificamente, com a tropa instalada e alojada naquele local, com rendições e serviço todo acontecendo dentro daquele local, sem precisar se deslocar por grandes distâncias”, explicou Aginaldo.

A Força Nacional de Segurança Pública é um programa de cooperação entre os estados e a União. As tropas atuam na segurança das pessoas e do patrimônio e também em situações de emergência e calamidades públicas.

As tropas podem ser empregadas em qualquer parte do país, após solicitação do governador do estado.

Compõe a Força Nacional: policiais militares, policiais civis, bombeiros militares e profissionais de perícia dos estados e Distrito Federal.

Diretor da Força Nacional anunciou que tropas serão enviadas para Belém na primeira quinzena de março. Estado pediu auxílio ao governo no início de janeiro.

200 agentes da Força Nacional serão enviados ao Pará na primeira quinzena de março, segundo o diretor das tropas, coronel Antônio Aginaldo de Oliveira.

“Vamos inciar com 200 homens, podendo chegar até 500”, explicou o diretor.

Um dia após tomar posse como governador do Pará, Helder Barbalho solicitou o apoio da Força Nacional com 500 agentes. No pedido, Barbalho pediu a presença das tropas por seis meses e apresentou índices criminais do estado. Com informações G1.