
Uma operação conjunta entre as Polícias Militares da Bahia e de Minas Gerais terminou com a morte de Danilo de França Souza, conhecido como “Oclinho”, e de um comparsa na madrugada de sábado (5), no município mineiro de Juvenília, próximo à divisa com o estado baiano. A dupla estava escondida em um hotel da cidade.
Danilo de França Souza figurou como a carta Nove de Espadas do “Baralho do Crime” da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), ferramenta criada para divulgar foragidos de alta periculosidade. Segundo as corporações policiais, ele era investigado por homicídios e tráfico de drogas na região de Bom Jesus da Lapa, no Oeste baiano, e possuía ligação com uma facção criminosa de origem paulista.
De acordo com os relatórios policiais, a ação foi deflagrada após alertas emitidos pelo setor de inteligência da PM da Bahia, que mobilizaram equipes do 30º Batalhão da PM e do Grupo Especializado em Recobrimento (GER) de Minas Gerais. Durante a tentativa de abordagem no estabelecimento, os agentes afirmam que foram recebidos a tiros e revidaram.
Na troca de tiros, os dois homens foram baleados e chegaram a ser encaminhados a uma unidade de pronto-atendimento em Juvenília, mas não resistiram aos ferimentos. No local, os policiais apreenderam armas de fogo e munições.
A identidade formal do segundo homem que acompanhava o alvo não foi divulgada pelas autoridades. Os registros da ocorrência e o material apreendido foram encaminhados à Polícia Civil de Minas Gerais para os procedimentos periciais e investigativos cabíveis.
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Revisão: Leve | Confiança: alta
Foto sugerida: Utilizar imagem institucional de arquivo do Baralho do Crime da SSP-BA ou foto neutra de viaturas policiais em operação, evitando fotos chocantes do local do confronto ou de corpos.
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Atenção na foto: Caso utilize a foto do suspeito no card do Baralho do Crime, credite a divulgação oficial à SSP-BA.
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- A pauta original mencionava ‘preso’, mas as fontes policiais e jornalísticas confirmam que os suspeitos foram alvejados em confronto e morreram no atendimento médico.
- O segundo homem morto na intervenção ainda não teve o nome divulgado pelas polícias.
- Nenhuma manifestação de defesa ou representação legal foi localizada nos registros públicos disponíveis.
Alerta editorial: Mantenha a dinâmica do confronto, os crimes investigados e a vinculação a facções rigorosamente atribuídos às polícias militares e à SSP-BA.
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