
📺 A jornalista Adriana Araújo, do Jornal da Band, ironizou ao vivo a ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) de Minas Gerais contra a TV Globo, que questiona a pronúncia da palavra “recorde” em telejornais da emissora.
🗣️ Durante a edição exibida na quinta-feira (26), ela criticou o que classificou como inversão de prioridades. “Parece que a gente vive na Finlândia, que não tem nenhum problema grave pra resolver. E aí, nos damos ao luxo de gastar tempo e uma fortuna pra discutir um nada. Só que nós vivemos no Brasil, bem-vindos!”, afirmou.
⚠️ Na sequência, relacionou o debate a indicadores de violência e problemas sociais. “Um país que, ano após ano, bate recorde de feminicídios, mas o problema é se o apresentador fala ‘récorde’ ou recorde. Será que temos ‘récorde’ ou recorde de estupros? De fuzil nas mãos de bandidos? De celulares roubados? De pacientes esperando por um médico especialista?”, questionou.
📌 A declaração repercutiu nas redes sociais e dividiu opiniões. Parte do público considerou pertinente a crítica às prioridades institucionais; outros defenderam que o tema envolve discussão técnica sobre norma culta e responsabilidades de concessionárias públicas de radiodifusão.
🔎 A fala ampliou o alcance do debate, que passou a envolver não apenas a controvérsia linguística, mas também questionamentos sobre a atuação de órgãos públicos e o direcionamento de esforços institucionais.

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