
🚨 O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou neste sábado (23), em entrevista ao Jornal GGN, que grupos bolsonaristas têm promovido ataques coordenados ao Banco do Brasil com o objetivo de enfraquecer instituições públicas do país.
⚖️ A declaração ocorreu após reportagem da colunista do g1 Ana Flor, que revelou que o Banco do Brasil pediu à Advocacia-Geral da União (AGU) providências contra perfis que divulgam desinformação. O banco citou publicações que incentivam o fechamento de contas e espalham boatos que, segundo a instituição, ameaçam não apenas o BB, mas também todo o Sistema Financeiro Nacional.
💰 Haddad afirmou ainda que há projetos em discussão no Congresso para perdoar dívidas do agronegócio, setor que, segundo ele, não enfrenta dificuldades. Para o ministro, esse movimento contribui para o aumento da inadimplência e faz parte de uma ação “deliberada” de bolsonaristas para minar instituições públicas.
⚠️ O ministro classificou o atual ambiente político como “tóxico”, destacando que a lógica do “vale-tudo” ameaça a saúde da democracia brasileira. “Por isso, não podemos arredar pé da defesa das instituições”, disse Haddad.
📞 Como medida de contenção, a diretoria do Banco do Brasil entrou em contato com os 100 maiores investidores para prestar esclarecimentos. Além disso, funcionários e gerentes foram orientados a conversar diretamente com clientes, a fim de evitar que rumores gerassem prejuízos maiores.
🌍 O tema também ganhou repercussão internacional. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, foi alvo de especulações após a aplicação da Lei Magnitsky, dos Estados Unidos, que prevê sanções financeiras como congelamento de ativos e restrições a negócios. Os boatos sobre contas bancárias de ministros da Suprema Corte teriam intensificado os ataques ao Banco do Brasil.
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