Empurrões, vaias e confrontos verbais marcam audiência sobre motos por app em SP

Debate sobre regulamentação acirra ânimos entre vereadores, sindicalistas e motociclistas; caso foi parar na delegacia.

-Empurrões, vaias e confrontos verbais marcam audiência sobre motos por app em SP-Foto: Reprodução/TV Globo

🔥 A tensão tomou conta da audiência pública realizada nesta quinta-feira (29), na Câmara Municipal de São Paulo, para discutir a regulamentação do serviço de moto por aplicativo.

👨‍⚖️O vereador Lucas Pavanato (PL) e Gilberto Almeida dos Santos, o “Gil”, presidente do Sindimoto-SP, protagonizaram uma briga com empurrões, que terminou na delegacia.

⚡ O conflito começou quando Pavanato chamou Gil de “pelego” durante sua fala. O presidente do sindicato reagiu com um empurrão, agarrando o vereador pelo colarinho. Seguranças intervieram, mas o tumulto generalizado ganhou o plenário.

🚨 Após a confusão, ambos prestaram queixa no 1º Distrito Policial da Liberdade. Em nota, o Sindimoto informou que Gil denunciou o vereador por difamação, calúnia e agressão física.

🛑 Momentos antes, a vereadora Renata Falzoni (PSB), que conduzia a audiência, já havia alertado motociclistas presentes sobre possíveis expulsões, após vaias interromperem a fala de Gil.

🗨️ Outro momento tenso ocorreu com a vereadora Keit Lima (PSOL), que defende a regulamentação. Ao criticar o prefeito Ricardo Nunes (MDB), chamando-o de “prefeitinho”, causou burburinho e pediu respeito à sua fala.

🏍️ Do lado de fora, representantes de movimentos como o Sindimoto-SP, AMABR e JR Freitas SP protestavam em defesa da categoria.

💰 Há relatos de que alguns motociclistas receberam R$ 250 da empresa 99 para participar do evento.

📜 Ainda nesta quinta, PT e PSOL apresentaram um novo projeto de lei sobre o tema, o terceiro em tramitação. A proposta, da vereadora Luna Zarattini (PT), visa regulamentar serviços de entrega e transporte por aplicativos.

📊 Segundo o vereador Nabil Bonduki (PT), o projeto difere de outros dois em debate: um, de Pavanato e Kenji Ito (Podemos), seria uma “liberação geral”; o outro, de Marcelo Messias (MDB), impõe metas tão rígidas que inviabilizariam o serviço.

📅 Novas audiências públicas estão previstas para os dias 5 e 12 de junho.

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